Seleção feminina de vôlei segue para a Itália em busca de um título inédito

Duas medalhas de ouro olímpicas, 10 títulos do Grand Prix e muitas outras conquistas. Esta é a história mais do que vencedora da seleção feminina de vôlei. Além disso, a equipe comandada por José Roberto Guimarães é a primeira no ranking geral da Federação Internacional de Vôlei. Mas um capítulo ainda precisa ser escrito e ele começa dia 23, contra a Bulgária, em Trieste, na Itália. Exatamente às 15h (de Brasília), a seleção estreia no Campeonato Mundial e sonha com um título inédito.

Ao lado de Canadá, Turquia, Camarões e Sérvia, além da Bulgária, a seleção brasileira está no grupo B da competição e passou as duas últimas semanas aprimorando detalhes para começar a competição com o pé direito.

– Ajustamos principalmente o bloqueio e a defesa. Essa etapa do treinamento, pós Grand Prix, foi muito importante. O Mundial é uma competição dura e temos de ir com tudo desde o início. O time da Bulgária é um time alto, que tem jogadoras com vários golpes, por isso não podemos deixá-las jogar – analisou Camila Brait, líbero da equipe:

Titular da equipe desde que Fabi se aposentou da seleção, Camila viu do banco de reservas a seleção bater na trave no Mundial de 2010. De lá para cá, o Brasil ampliou seu domínio em quadra e, segundo a líbero, chega ainda mais preparada para buscar um título inédito.

– Aquele jogo (a final contra a Rússia) foi vencido nos detalhes. O time estava preparado. Infelizmente a Gamova fez total diferença no final do set. Mas este ano estamos mais experientes, com uma bagagem maior, por isso podemos chegar – analisou Camila.

Apesar de ver sua equipe mais preparada para o Mundial deste ano, Brait não arrisca palpite sobre uma possível favorita, mas afirma que a Rússia segue sendo a adversária a ser batida.

– Acho que não existe favorito este ano. Em 2006 e 2010 quem venceu foram as russas, então é o time a ser batido. Por outro lado acredito que toda a equipe quer ganhar da gente por sermos um país bicampeão olímpico, mas estamos acostumadas com a pressão. Vamos com tudo – concluiu Camila.

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