Seleção feminina de vôlei estreia em busca de título inédito no Mundial

Trieste, simpática cidade do Nordeste da Itália, tem pouco mais de 200 mil habitantes, já foi colônia Romana e conseguiu sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Além disso, tem um dos portos mais importantes do Mar Adriático e possui um cenário repleto de igrejas e castelos. Mas, entre os dias 23 de setembro e 12 de outubro, deixará de ser a Cidade do Comércio para ser o centro do vôlei feminino mundial. Nesta terça-feira, às 15h (de Brasília), a seleção brasileira estreia no Mundial diante da Bulgária de olho no único título que ainda falta em sua galeria.

– Treinamos muito no Brasil e desde que chegamos aqui. O foco é total nessa estreia que tem tudo para ser complicada. A Bulgária tem uma equipe alta e com boa variedade de jogadas e com meninas altas que sacam bem. Precisamos defender bem para começar com vitória – analisou a líbero Camila Brait.

E Camila sabe muito bem o quanto o confronto desta primeira rodada do Mundial será complicado. Em agosto do ano passado, em partida válida pelo Grand Prix (competição que o Brasil acabou vencendo pela 10ª vez), a Bulgária derrotou a seleção brasileira por 3 sets a 1.

– Aprendemos muito com aquela derrota. Além de qualidade técnica, a Bulgária é um time que cresce muito quando está em vantagem no placar. Não podemos deixar que elas acreditem que podem ganhar o jogo. A contração tem de ser total – explicou a líbero.

E concentração não vai faltar. Durante as duas semanas de treinos na Itália, a seleção teve apenas uma tarde de folga. Nada que irrite as jogadoras. Muito pelo contrário.

– Aproveitamos a tarde livre para conhecer a cidade, que é muito bonita. Mas viemos aqui para jogar o Mundial. Estamos totalmente focadas. O título é o objetivo e vamos atrás dele – concluiu Camila Brait.

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